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Controle de aluguéis: uma péssima ideia que nunca morre Caos Planejado

2020.11.28 14:48 capybaranaranja Controle de aluguéis: uma péssima ideia que nunca morre Caos Planejado

Apesar dos inúmeros exemplos de fracasso no mundo real, ele insiste em ser revivido por pessoas que prosperam com a política baseada na emoção.
Scott Beyer, 26 de novembro de 2019
O controle de aluguéis voltou em grande estilo. Apesar dos inúmeros exemplos de fracasso do mundo real e das críticas de economistas de diferentes posições políticas, ele está sendo revivido por pessoas que prosperam com a política baseada na emoção. Nova York, Califórnia e Oregon recentemente aprovaram projetos de lei que impõem o controle de aluguéis de moradias em todo o estado.
O controle de aluguéis é atraente porque se apresenta como uma solução fácil — basta suprimir com força os aluguéis e ver como a habitação fica acessível! Mas, embora mantenha as moradias acessíveis para alguns, as restringe para todos os outros. Abaixo estão algumas das razões para isso, encontradas na literatura econômica.
Impede a mobilidade
As unidades com aluguel controlado têm taxas de vacância mais baixas que o normal, já que os inquilinos sabem que estão pagando uma pechincha e por isso não se mudam. Isso evita a mobilidade que ocorre em mercados imobiliários saudáveis. Assim, as cidades com controle de aluguel se deparam com um grande estoque de imóveis permanentemente ocupados, em grande parte, preenchidos por inquilinos mais velhos. Os recém-chegados — ou os inquilinos locais que não têm a sorte de conseguir uma dessas unidades — devem competir pelo limitado estoque restante de imóveis, estes com taxas de mercado. Isso significa que as unidades com aluguel controlado aumentam o aluguel para todos que não moram em uma.
Aloca incorretamente os recursos
A falta de mobilidade também significa que o controle de aluguel resulta em uma má alocação do estoque de moradias. Em mercados normais, as famílias geralmente mudam-se para espaços menores à medida que suas necessidades mudam. Talvez os filhos do casal tenham ido para a faculdade ou um dos moradores tenha ficado viúvo. Com o controle do aluguel, as pessoas permanecem em unidades maiores do que sua necessidade, que seriam mais úteis a outra pessoa e atrairiam pagamentos mais altos. Outras vezes, as unidades com controle de aluguel são concedidas a pessoas que realmente não precisam delas, mas que podem ter conexões políticas ou comerciais, ou que sabem como desrespeitar leis pouco aplicadas. É por isso que ouvimos histórias de pessoas ricas que vivem em unidades de aluguel controlado ou mesmo as sublocam como pieds-a-terre. Em qualquer um desses casos, a falta de preços e feedback do mercado impede que os consumidores correspondam à habitação apropriada.
Adia as obras de manutenção
Nos mercados espontâneos, os proprietários estipulam preços altos o suficiente para cobrir suas despesas; caso contrário, eles não fazem negócio. Mas em mercados com controle de aluguel, há uma incompatibilidade entre receitas e despesas. Embora os custos de terra, mão de obra, impostos e manutenção aumentem com base em índices de mercado, as receitas são definidas pelo governo e, em vários casos, não são suficientes para cobrir os custos. Diversos artigos descobriram que isso causa o adiamento da manutenção do imóvel, levando a moradias de má qualidade e impedindo que as vastas somas que seriam geradas pelo investimento em reparos fluam pela economia.
Aumenta os custos do governo
Embora os governos sejam notoriamente ineficazes em conseguir que as unidades controladas por aluguel beneficiem as pessoas certas, elas gastam muito dinheiro tentando. Um estudo realizado em 1980 em Cambridge descobriu que a administração e fiscalização realizada pelo conselho de administração de aluguel custa à cidade cerca de US$ 700.000 por ano. Surgem também enormes gastos adicionais decorrentes de ações judiciais entre governos e proprietários, geralmente relacionados à manutenção que os proprietários são obrigados a fornecer. Dinheiro esse que não é investido em reparos ou subsídios reais à habitação.
Desincentiva a moradia de aluguel
Está claro o quanto o controle de aluguel pressiona os proprietários. Espera-se que eles ofereçam acomodações de certa qualidade, sem a capacidade de cobrar os aluguéis necessários para cobrir as despesas. Se eles não fornecerem essa qualidade, enfrentarão possíveis multas e ações judiciais. Buscando uma saída, muitos proprietários deixam de alugar suas unidades e às colocam à venda, tornando as unidades indisponíveis para níveis mais baixos de renda, que poderiam alugar, mas não comprar. Um estudo de 2018 da Universidade de Stanford descobriu que as leis de controle de aluguel tornaram esse comportamento comum em São Francisco, causando uma redução de 15% na oferta de aluguel e um aumento de 5,1% nos aluguéis da cidade.
Desincentiva novas construções
Em mercados onde as leis de controle de aluguel são aplicadas a novas habitações, isso diminui as construções. Por exemplo, de 1970 a 1975, a cidade de Nova York, após aplicar suas leis mais fortes de controle de aluguel, viu um declínio líquido de cerca de 200.000 unidades habitacionais. As leis atuais de controle de aluguel geralmente não são aplicadas a novas moradias, mas isso está mudando. No ano passado, uma votação (não aprovada) na Califórnia daria às localidades o direito de adotar o controle de aluguel. A lei deste ano estabelecerá limites máximos de preços anuais para edifícios com mais de 15 anos. Ambas as iniciativas assustaram a comunidade de investimentos e as licenças caíram 17% na Califórnia. A recente lei de controle de aluguel do Oregon também não foi projetada para resfriar a construção, pois isenta novas moradias por 15 anos. Ainda assim os investimentos caírem 38% nos meses seguintes à sua aprovação.
Viola os direitos de propriedade
Ter direitos de propriedade estáveis ​​e previsíveis estimula a confiança dos investidores e o crescimento econômico; e essas recentes leis de controle de aluguel violam esse conceito. Os governos estaduais estão colocando controles retroativos e arbitrários de preços nas moradias construídas anteriormente. Seria como se o governo decidisse que os atuais donos de restaurantes — que gastam muito tempo e capital construindo seus negócios — deveriam repentinamente cobrar muito menos pelos seus pratos. Vários restaurantes fechariam e provavelmente todos serviriam uma comida de menor qualidade.
Por essas razões, o controle de aluguéis é amplamente denunciado pelos economistas (em pesquisa, 95% foram contrários). Felizmente, existem maneiras de fornecer moradias populares sem todas as consequências não intencionais e riscos morais. A principal é construir mais moradias, para que a oferta acompanhe o crescimento da população. Se isso ainda não suprimir os preços das casas para a extremidade inferior do mercado, os governos podem emitir bolsas-auxílio para compensar a diferença. Mas a ideia de colocar controle de preços na habitação é uma política baseada em emoções que só piora o problema.
Texto publicado originalmente em Catalyst em 18 de setembro de 2019. Traduzido por Gabriel Lohmann, com revisão de Anthony Ling.
Fonte: https://caosplanejado.com/controle-de-alugueis-uma-pessima-ideia-que-nunca-morre/
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2020.11.27 13:22 PAUL_KING82 Nota oficial - Comissão Nacional de Arbitragem Ceará x São Paulo

Após a análise dos áudios e imagens da cabine do VAR e dos fatos ocorridos na partida entre Ceará Sporting Club e São Paulo Futebol Clube, realizada nesta quarta-feira (25), pelo Campeonato Brasileiro da Série A, a Comissão Nacional de Arbitragem esclarece a cronologia dos acontecimentos que levaram à anulação de gol do São Paulo Futebol Clube:
1 – Importante registrar que, inicialmente, a arbitragem de campo, diante do lance concluído, marcou impedimento do atacante do São Paulo, invalidando o gol.
2 – Após a primeira checagem da jogada de ataque do São Paulo, o árbitro de vídeo informou tratar-se de lance legal, o que fez com que o árbitro central validasse o gol para a equipe visitante de forma factual, ou seja, sem necessidade de ir até a área de revisão.
3 – Constatado que haveria mais um lance a ser revisado, o árbitro de vídeo imediatamente iniciou este segundo procedimento de checagem, momento em que solicitou ao árbitro central que aguardasse o processo ser concluído para, aí sim, determinar o reinício da partida.
4 – Acontece que uma comunicação paralela, mantida entre o árbitro central e o quarto árbitro, a respeito da aplicação de um cartão amarelo para um jogador do Ceará, prejudicou a comunicação que vinha sendo mantida entre o árbitro de campo e o VAR. E fez com que o árbitro central não ouvisse a solicitação da cabine do VAR e autorizasse o reinício da partida.
5 – Imediatamente o VAR alertou ao árbitro, que interrompeu a partida para que o procedimento de checagem, que já estava em curso antes do reinício, fosse concluído.
6 – Por fim, o VAR comunicou ao árbitro central que o lance que deu origem ao gol foi ilegal e que, portanto, deveria ser mantida a decisão inicial da arbitragem de campo, que invalidou o gol de forma correta.
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2020.11.26 23:00 BlindEyeBill724 A Epistemologia da Essência, tradução de um ensaio de Tuomas E. Tahko Parte I

A Epistemologia da Essência, tradução de um ensaio de Tuomas E. Tahko Parte I

Published in Alexander Carruth, S. C. Gibb & John Heil (eds.), Ontology, Modality, Mind:
Themes from the Metaphysics of E. J. Lowe. Oxford: Oxford University Press, pp. 93-110
(2018)
RESUMO A epistemologia da essência é um tema que tem recebido relativamente pouca atenção, embora haja sinais de que isso está mudando. A falta de literatura envolvida diretamente com o tópico é provavelmente em parte devido ao mistério em torno da noção de essência em si, e em parte devido à simples dificuldade de desenvolver uma epistemologia plausível. A necessidade de tal conta é clara especialmente para aqueles, como E.J. Lowe, que estão comprometidos com uma concepção amplamente aristotélica de essência, na qual a essência desempenha um importante papel teórico. Neste capítulo, nosso acesso epistêmico à essência é examinado em termos da distinção a posteriori vs. a priori. Os dois relatos principais a serem contrastados são os de David S. Oderberg e E.J. Lowe.
  1. Definindo a noção de essência
A noção de essência é notoriamente misteriosa: os filósofos parecem usá-la em uma série de sentidos diferentes, e mesmo que usem a noção no mesmo sentido, muitas vezes não é muito claro qual é esse sentido. Ao mesmo tempo, as essências, quando são invocadas, geralmente são consideradas
como de grande poder explicativo: os tipos naturais podem ser identificados em termos de suas essências, a modalidade metafísica pode ser reduzida à essência, os poderes causais de várias entidades podem ser explicado com a ajuda de essências, e assim por diante. A seguir, tentarei primeiro oferecer uma definição de trabalho da noção e, em seguida, apresentará as opções disponíveis em relação ao epistemologia da essência. Seguindo essas observações introdutórias, irei proceder à análise do opções.
Como E.J. Lowe frequentemente afirma, talvez a coisa mais próxima de uma definição de essência que nós podemos ter normalmente hoje é a frase familiar de Locke: "o próprio ser de qualquer coisa, pelo qual é o que é '(1975: III, III, §15). Mas esta frase não é particularmente informativa. O que exatamente é 'o próprio ser 'de uma coisa, e como podemos conhecer' o próprio ser 'das coisas? Locke ele próprio considerava as essências reais (em oposição às essências meramente nominais) como incognoscíveis para nós, mas na metafísica contemporânea, uma interpretação modal da essência devido ao trabalho de Kripke e Putnam têm sido o padrão. Na tradição do "essencialismo Kripke-Putnam", essências são explicadas em termos de modalidade de re [ da coisa mesma, de re, latim]: uma atribuição de necessidade a uma proposição é de dicto [do dito, de dicto, latim], mas quando atribuímos necessidade a um objeto, estamos lidando com necessidade de re, e, portanto, essência. Outra característica da tradição Kripke-Putnam é que é comumente pensado que a ciência descobre essências; isto é, as essências são descobertas (pelo menos na maior parte) a posteriori, empiricamente. O aparente problema com esta abordagem é que "pouco ou nada se sabe sobre como ou por que os objetos têm suas propriedades modais de re", como diz L.A. Paul (2006: 335). Consequentemente, o problema epistêmico foi meramente adiado. Este é certamente um problema premente, pelo menos para aqueles que consideram primitiva a posse de propriedades modais de re.
Antes de prosseguirmos, deve ficar claro que o entendimento da essência a ser adotado neste artigo não é o familiar da tradição de Kripke-Putnam, que representa o que podemos chamar de visão 'modalista' da essência: um objeto tem uma propriedade essencialmente se e somente se a possui necessariamente. A abordagem alternativa, amplamente aristotélica, foi popularizada por Kit Fine (1994, 1995a, 1995b) e E.J. Lowe (por exemplo, 2006, 2007, 2008a, 2011a). Outros proponentes contemporâneos de uma concepção amplamente aristotélica de essência incluem, por exemplo, David S. Oderberg (2007, 2011) e Kathrin Koslicki (por exemplo, 2012) .Esta visão amplamente aristotélica da essência - que não pretendo ser inteiramente fiel a Aristóteles - sugere que nem todas as verdades necessárias sobre uma determinada entidade x são verdades essenciais sobre x, mas todas as verdades necessárias são verdadeiras em virtude de (ou, pode-se dizer, fundamentadas em) verdades essenciais (sobre uma entidade ou outra). Isso implica que as verdades essenciais sobre x são um subconjunto apropriado das verdades necessárias sobre x, mas mesmo aquelas verdades necessárias sobre x que não são verdades essenciais sobre x são, não obstante, verdades essenciais sobre uma entidade ou outra. Portanto, de acordo com essa visão, a essência é ontologicamente anterior à modalidade no sentido de que as verdades essenciais são mais fundamentais do que as verdades modais. Nesta visão, não devemos reduzir a essência a propriedades restritivas.
Lowe às vezes se refere à sua própria visão amplamente aristotélica da essência como "essencialismo sério" (por exemplo, Lowe 2013: 144). Mas, como vimos, Lowe na verdade se inspira em Locke, sugerindo simplesmente que a essência de x é apenas a própria identidade de x. Além disso, é importante para Lowe que as essências não sejam em si entidades adicionais (em contraste com Locke). Visto que ele considera que todas as entidades têm uma essência, pareceria haver uma ameaça de regressão infinita se as próprias essências fossem entidades. Na verdade, por que pensaríamos que a identidade de uma coisa seria ela mesma uma entidade? Mais precisamente, a concepção de essência em questão sugere que, uma vez que conhecemos as condições de identidade e existência de uma entidade, conhecemos sua essência; podemos expressar essa essência em termos de um conjunto dessas condições de identidade e existência, ou em termos de uma proposição que lista essas condições, mas a essência em si não é um conjunto ou uma proposição. Acredito que isso se aproxime da visão de Lowe sobre o assunto, mas as coisas são um pouco menos claras com outras versões aristotélicas de essencialismo, como a de Kit Fine, que às vezes escreve como se as próprias essências fossem proposições: 'podemos identificar o ser ou a essência de x com a coleção de proposições que são verdadeiras em virtude de sua identidade’ Fine 1995c: 275). Deixarei essa questão de lado, por mais interessante que seja - no que se segue, presume-se que as essências não são entidades em si mesmas.
Finalmente, a distinção entre essências gerais e individuais deve ser mencionada; ou em outras palavras, a distinção entre essências de tipo ​​e essências particulares. Esta é uma distinção importante para Lowe (2013: 145), embora pessoalmente eu seja um tanto cético quanto às essências individuais, como a essência de um gato individual. Essências gerais, como a essência do tipo 'gato', serão meu foco principal - embora possa haver razões para ser cético sobre algumas essências gerais também, como as de espécies biológicas. Deixo isso passar por enquanto. No entanto, as essências gerais são um pouco menos controversas do que as essências individuais. De fato, em um artigo clássico, Baruch Brody (1973) considera uma vantagem do "essencialismo aristotélico" que conecta a essencialidade com o que é ser um tipo natural. Conclui-se que essências de objetos artificiais, como mesas e cadeiras, também estão entre os casos mais controversos - omitirei amplamente a discussão deles.
Normalmente, pensamos em nosso acesso epistêmico à essência (e também à modalidade) em termos da distinção a priori vs. a posteriori, embora deva notar imediatamente que considero essa distinção um tanto vaga. Também deve ser observado que, embora essência e modalidade estão indubitavelmente ligadas de uma forma importante, o pressuposto inicial deste artigo é, seguindo Lowe, que a essência é ontológica e epistemicamente anterior à modalidade. A seguir, examinarei as rotas a priori e a posteriori para o conhecimento essencialista, antes de concluir com uma breve discussão de uma visão híbrida, onde cada método é reconhecido. Atualmente, estou mais interessado em mapear nossas opções em relação à epistemologia da essência, bem como em esclarecer a visão de Lowe, em vez de defender uma posição particular. Outro ponto preliminar digno de nota é que em minha análise, primeiro explorarei a possibilidade de uma visão unitária da epistemologia da essência, embora eu tenha dúvidas de que nosso acesso epistêmico à essência seja sempre pelo mesmo caminho (o que leva à visão híbrida ). No entanto, por uma questão de parcimônia, uma conta unitária seria preferível, portanto, acho que as contas híbridas devem ser consideradas apenas se todas as contas unitárias falharem.
  1. Acesso epistêmico à essência
Dado que a essência é entendida como sendo ontologicamente anterior à modalidade, pode, pelo menos inicialmente, parecer mais promissor dar uma explicação da epistemologia da essência independentemente da epistemologia da modalidade. Isso implicaria que a epistemologia da modalidade é um caso especial da epistemologia da essência. Portanto, se pudéssemos dar uma explicação plausível da epistemologia da essência, também teríamos o início de uma explicação da epistemologia da modalidade. Embora as defesas explícitas dessa ideia sejam relativamente raras, parece que esse é um caminho popular para os essencialistas contemporâneos. No entanto, certamente há menos acordo sobre se nosso conhecimento da essência é a priori ou a posteriori. Irei considerar cada opção.
2.1 Acesso a posteriori à essência
Uma das supostas vantagens do essencialismo de Kripke-Putnam é que nosso conhecimento da essência, ou propriedades essenciais, pode ser rastreado até o conhecimento científico de uma maneira aparentemente direta. Na verdade, muitos essencialistas contemporâneos continuam a apoiar esse tipo de abordagem; é familiar com a literatura sobre essencialismo "científico" ou "disposicional" (por exemplo, Ellis 2001, Bird 2007a). No entanto, uma vez que a concepção de essência tida como certa em grande parte desta literatura é que a essência se reduz à modalidade (ao invés do contrário), não é óbvio que o essencialismo científico seja capaz de nos dar uma explicação suficientemente refinada da epistemologia da essência entendida de uma maneira amplamente aristotélica. Uma convicção típica do essencialista científico é que as leis da natureza são metafisicamente necessárias, caso em que nosso conhecimento das leis da natureza é uma rota direta para o conhecimento modal substancial, com a ciência empírica desempenhando um papel fundamental. Mas, embora essa concepção possa ter alguma semelhança com o essencialismo aristotélico, ela negligencia uma característica-chave da ontologia aristotélica da essência, ou seja, que a essência é ontologicamente anterior à modalidade.
Podemos construir sobre o trabalho de essencialistas científicos enquanto adotamos a ontologia aristotélica da essência? O essencialismo de Oderberg é talvez a tentativa mais interessante nisso. No entanto, Oderberg (2007: 13) pensa, ao contrário de algumas versões da linha Kripke-Putnam e do essencialismo científico, que descobrir as essências não é apenas o trabalho de cientistas. Ele, no entanto, insistiria que o essencialismo é uma posição falibilista, isto é, nosso conhecimento da essência está sujeito a revisão (ibid., 48). Crucial para esta linha de pensamento é que embora os cientistas desempenham um papel importante na descoberta das essências, não podemos simplesmente contar com especialistas para explicar a epistemologia da essência. Oderberg (ibid., 13) argumenta, como Lowe, que todos podem ter conhecimento das essências. Em primeiro lugar, é tarefa do metafísico explicar a essência, mas o conhecimento científico é indispensável para essa tarefa. Portanto, o essencialismo de Oderberg é do tipo a posteriori - e provavelmente o melhor exemplo dessa abordagem combinada com uma ontologia aristotélica da essência. Vou dedicar o resto da seção 2.1 a uma discussão sobre a posição de Oderberg.
2.1.1 O essencialismo de Oderberg
Oderberg insiste que nenhum teste empírico direto poderia nos permitir descobrir essências, mesmo que as essências sejam rastreadas pelas ciências empíricas - o relato é falibilista. Também parece claro que Oderberg sustenta que a essência é epistemicamente anterior à modalidade. Em particular, é importante para Oderberg que a essência de um objeto não seja apenas um feixe de propriedades essenciais desse objeto. Sua principal razão para resistir a este tipo de 'teoria do pacote' é o que ele chama de 'o problema da unidade', ou seja, deve haver algo para manter um pacote de propriedades essenciais juntas, a fim de garantir que, digamos, as propriedades essenciais de um dado tipos são sempre apresentados nos membros desse tipo (Oderberg 2011: 90). O problema da unidade, às vezes também chamado de "o problema das essências complexas" (Dumsday 2010), acabará por ser de grande importância para a epistemologia da essência. Na verdade, o problema remonta ao problema aristotélico da propriedade. Aqui está uma passagem de Oderberg com um exemplo relevante:
“Ter capacidade para o humor é uma propriedade [...] essencial do ser humano, e nesse sentido podemos dizer que decorre da essência do ser humano ter capacidade para o humor. Mas a essência do ser humano é ser um animal racional, e os humanos têm capacidade para o humor apenas porque são animais racionais. (Oderberg 2007: 49.)”
Isso parece correto na medida em que precisamos distinguir entre a essência de uma entidade e o que essa essência pode acarretar (ignorando quaisquer problemas com este exemplo particular). Mas eu não considero o termo "decorre" ideal. É uma noção histórica, usada por Locke, que Oderberg adota na discussão contemporânea por falta de uma noção melhor. A noção de “decorrência” [em inglês o autor usa flow] simplesmente sugere que as propriedades essenciais de uma entidade são logicamente implicadas pela essência dessa entidade? Se for este o caso, então uma distinção que Fine (1995b: 56-58) traça entre essência constitutiva e consequencial pode ser relevante aqui: uma propriedade é uma parte constitutiva da essência de um determinado objeto se for "diretamente definitiva" do objeto, e meramente consequencial se for tido em virtude de ser uma consequência lógica de alguma propriedade essencial "mais básica" do objeto. No entanto, as propriedades essenciais "básicas" dos objetos envolvem todos os tipos de coisas e nem todas parecem propriedades essenciais muito plausíveis, por exemplo, as propriedades essenciais constitutivas dos humanos acarretam qualquer disjunção de uma propriedade essencial e não essencial dos humanos, como humanos com capacidade de humor ou de voar. Oderberg está determinado a resolver o problema, mas não em termos de envolvimento [entailment]. Em vez disso, ele dá uma definição mais rigorosa de "decorrência" [flow]: um conjunto de propriedades dos objetos pertencentes a um determinado tipo com uma essência particular são causados ​​por e se originam na forma desse tipo (Oderberg 2011: 99-103). A ideia é que a forma - uma noção central para o essencialismo hilomórfico aristotélico (que Oderberg está desenvolvendo) - fornece a essência e, portanto, as propriedades que "decorrem" dela.
Pelo que entendi, então, "decorrência" diz respeito à dependência entre um conjunto de propriedades essenciais e a essência da qual fazem parte. Uma preocupação com essa solução é que nos parece impossível distinguir, epistemicamente, entre a própria essência e uma propriedade essencial que "decorre" da essência. Por exemplo, se estamos procurando a essência da água, podemos apontar uma série de propriedades que parecem essenciais, mas não o são. Um exemplo pode ser a difração de ondas de água. A difração, a curvatura das ondas em torno de obstáculos, é uma característica de qualquer onda, mas é claro que só será aparente quando tivermos um corpo de água em vez de apenas uma molécula de água. Então, a difração é uma propriedade da molécula de água ou algo que simplesmente flui da essência da água? Pode-se pensar que a solução para esse problema - como distinguir propriedades essenciais de meras propriedades de propriedades que fluem da essência - poderia ser abordada da mesma maneira que podemos distinguir propriedades essenciais de propriedades meramente acidentais. Oderberg está ciente desse tipo de desafio e tenta resolver cada uma dessas questões.
Em relação ao problema das propriedades essenciais genuínas e meros acidentes, Oderberg sugere que podemos usar nossa razão e bom senso para determinar quando uma determinada propriedade é genuína no sentido de que é causado e se origina na essência. Crucial para este processo é considerar se a coisa em questão, digamos, o tipo "água", continuaria a exibir 'As propriedades, funções, operações e comportamento característicos' que normalmente ocorre se uma certa qualidade dele fosse removida (Oderberg 2007: 50–51). Se for esse o caso, então a qualidade em questão não faz parte da essência da coisa. Mas se remover a qualidade causaria "uma perturbação geral ou mudança radical" nas funções ditas da coisa, então faz parte da essência da coisa (ibid.). No entanto, na posição de Oderberg, pode parecer que temos apenas a imaginação em que nos apoiar para determinar se uma dada mudança é do primeiro ou do segundo tipo. Essas questões levam Oderberg a reconhecer uma advertência epistemológica a respeito da essência. Propriedades essenciais, incluindo aquelas que "fluem" da essência, são presumivelmente abertas à pesquisa empírica (dados, recursos técnicos suficientes, etc.). Mas, uma vez que as essências não são meros feixes de propriedades essenciais, precisamos de algo que unifique essas propriedades para chegar à essência - esse papel é desempenhado pela noção aristotélica de forma. É aqui que Oderberg também precisa de uma contribuição a priori, porque ele pensa que a existência de tal unificador só pode ser deduzida por raciocínio metafísico a priori, embora determinar o que é o unificador requeira investigação empírica. Como Oderberg (2011: 97) coloca: “Que o ouro deve ter um princípio de unidade não está dentro do âmbito da observação; que o ouro é um metal cujos constituintes atômicos têm número atômico 79 é '. Isso destaca a importância do problema da unidade: elementos a priori parecem ser inevitáveis ​​para determinar quando uma coleção de propriedades essenciais constitui uma essência.
2.1.2 Elementos a priori no essencialismo a posteriori?
O problema que parece estar surgindo para a rota a posteriori para a essência é que já devemos ter apreendido a essência que estamos procurando antes de podermos identificar as propriedades essenciais que "fluem" dela. Parece que nosso acesso epistêmico à essência é frequentemente fragmentado: nós nos perguntamos se certo tipo de entidade, digamos, certa partícula subatômica, poderia existir. Nós determinamos isso considerando as propriedades essenciais que a partícula teria, se existisse: talvez sua massa etc. Mas, como vimos, parece que podemos apreender uma essência somente depois de adquirirmos conhecimento suficiente sobre as propriedades essenciais associado a essa essência. Ou, dito de outra forma, devemos ter alguma concepção prévia da essência de um objeto antes de podermos reconhecer que ele atua como um unificador para um determinado conjunto de propriedades essenciais.Se, de qualquer modo, precisamos de algo assim, talvez seja melhor para começar por uma explicação que nos leve a ter um acesso a priori à essência desde o princípio?
A resposta de Oderberg a este tipo de preocupação é que tudo o que precisamos saber a priori - pelo menos no caso de tipos naturais em oposição a objetos matemáticos abstratos - é que um determinado tipo, digamos, uma partícula subatômica, tem uma essência, não o que essa essência é.Além disso, podemos saber que uma determinada propriedade (como a massa, talvez), é um bom candidato para uma propriedade essencial de um determinado tipo por causa de coisas como universalidade no tipo, a maneira como caracteriza o tipo, e a dificuldade ou impossibilidade de remover essa propriedade de membros aleatórios do tipo. Parece-me que essas são todas boas maneiras de identificar propriedades que podem fazer parte de uma ou outra essência, mas isso pode não remover o cerne da dificuldade. Para saber a que tipo uma determinada propriedade essencial está associada, algum conhecimento prévio sobre a essência desse tipo parece ser necessário. Considere o bóson de Higgs, que foi finalmente descoberto em 2012. Esta descoberta foi altamente antecipada e os físicos tinham uma ideia muito boa sobre a faixa de massa do Higgs previsto, bem como seu papel no Modelo Padrão da física de partículas bem antes da descoberta . Mas como os físicos sabiam que a massa observada do bóson de Higgs, agora confirmada estar na faixa de 125,09 ± 0,24 GeV / c, é realmente parte da essência do tipo de Higgs, ao invés de, digamos, uma característica emergente de algum tipo natural ainda para ser descoberto? Se fosse descoberto que os dados do Grande Colisor de Hádrons não são atribuíveis ao bóson de Higgs, mas sim a alguma característica emergente de um outro tipo de coisa, então não poderia nem mesmo ter descoberto que todos os dados eram devidos a algumas propriedades meramente acidentais desse outro tipo de coisa?
Talvez tudo isso seja algo que o essencialista a posteriori possa abordar com o falibilismo embutido no posicionamento, mas um amigo da abordagem a priori pode continuar a empurrar, pela importância da tarefa a priori de unificar as propriedades essenciais, que tudo já parece pressupor uma compreensão de que tipo de coisa estamos lidando. Se só for possível fazer uma análise sobre o que caracteriza um determinado tipo depois de termos pelo menos uma compreensão parcial do que é esse tipo, isto é, da essência do tipo, então devemos considerar a possibilidade de adquirir este tipo de conhecimento a priori sobre essências. Vamos agora ver como essa abordagem funciona.
2.2 Acesso a priori à essência
O desafio óbvio enfrentado por qualquer explicação da epistemologia da essência que postula o acesso direto a priori à essência é que a faculdade cognitiva que permite esse acesso epistêmico exige uma explicação. Pode haver a tentação de considerar esse acesso epistêmico primitivo. Não considero essa uma boa estratégia, mas existem muito poucas tentativas na literatura de fornecer uma explicação melhor. No entanto, as deficiências do essencialismo tradicional de Kripke-Putnam levaram alguns filósofos a se moverem em direção ao essencialismo a priori, apesar do desafio epistêmico. Talvez um argumento negativo seja o melhor argumento que possamos ter? Lowe frequentemente motiva sua visão por meio de tais argumentos negativos (por exemplo, 2007, 2008a, 2008b, 2013), voltados para o essencialismo a posteriori do tipo Kripke-Putnam de gente como Alexander Bird. 15 Lowe argumenta que, uma vez que o padrão de inferência de Kripke-Putnam usado para deduzir o conhecimento de essências individuais é suspeito, talvez todas as verdades essenciais sejam a priori. Mas também devemos ser capazes de dizer algo positivo. Observe também que o próprio Lowe exclui explicitamente a concebibilidade e as intuições (por exemplo, Lowe 2014) como uma rota potencial a priori para o conhecimento da essência. A seguir, vou reconstruir o essencialismo a priori de Lowe e propor algumas maneiras de desenvolvê-lo ainda mais.
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2020.11.25 16:08 Stemenier Vocês acham correto a classificação feita no Brasil sobre as classes sociais?

Vocês acham correto a classificação feita no Brasil sobre as classes sociais?

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Há muita discussão sobre a questão de classes sociais no Brasil, até para definir políticas públicas se baseando nelas. Porém, não é tanto consenso se a maneira de divisão estabelecida no Brasil é justa ou não, por isso questiono se deveria até ter uma revisão nesses critérios adotados ou considerar outras situações.
Normalmente, utilizam a questão da renda familiar e pertences acumulados de cada grupo familiar junto da sua formação. Eu mesmo acho errado analisar classe social pela ótica de "quantos banheiros a pessoa têm", "se tem uma motocicleta" e até mesmo o títulos acadêmicos. Nessa questão esquecem o estilo de vida de cada um, que a pessoa pode receber muito e não ter o hábito de consumir certos produtos.
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A de renda familiar é um bom norte, mas tem algumas incoerências:
  • Não leva, em conta, os custos de vida de cada região do país;
  • Colocam no mesmo barco os super milionários dos indivíduos com uma excelente condição financeira, mas que não chegam perto dos super ricos;
  • Uma pessoa pode receber "menos", mas tem uma condição de vida melhor comparado com famílias com rendas maiores. Talvez não seja justo colocá-las no patamar de classe social abaixo;
  • Por não considerar fatores externos, acabam não sendo tão efetivas.

Como seria o critério justo para dividir as classes sociais no Brasil?
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2020.11.23 09:58 fletchehomes converter EML para formato de arquivo Thunderbird usando EML para MBOX Converter for Mac OS 10.13 High Sierra

O Window Live Mail e o Thunderbird são clientes de email. Portanto, por causa de vários designs de e-mail, transferir mensagens EML para o Thunderbird não é simples. Nesta posição, o conversor de EML para MBOX no Mac leva em consideração a mudança do Window Live Mail para Thunderbird com uma preparação brilhante. O aparelho executa vitoriosamente informações EML, mensagens, mensagens, documentos e assim por diante no movimento MBOX. Este aplicativo oferece um encontro preliminar para pensar sobre como mover documentos do EML no Thunderbird. A versão preliminar pode mover sem reservas algumas mensagens do WLM para o Thunderbird antes de comprar sua chave de permissão.
O que é um design de documento EML?
O design de registro EML fala para mensagens de e-mail poupadas utilizando o Outlook e outro aparato significativo. A expansão do documento EML mostra que o registro é uma mensagem de e-mail projetada. A base de informações EML é um tamanho de documento notável que é utilizado por alguns clientes de e-mail, incluindo Window Live Mail, Outlook Express, e mais.
O que é o formato de arquivo MBOX?
Registro MBOX utilizado por ambos os aplicativos de e-mail para clientes baseados em Mac. É um documento de caixa de correio simples usado para armazenar mensagens em organização de texto e conexões em design codificado. Documento MBOX utilizado por vários clientes de e-mail convencionais, por exemplo Thunderbird, Apple Mail, Entourage e assim por diante
Solução mestre para converter EML em MBOX
EML e MBOX são projetos de documentos normalmente utilizados e mantidos por vários clientes de e-mail. A programação mantida em EML é Window Live Mail, eM Client, Apple Mail, Entourage e assim por diante. Para executar a transformação exata e simples de documentos EML em design MBOX, baixe a ferramenta EML to MBOX Converter for Mac. O produto oferece o menos exigente e o mais fácil de trocar registros EML para o design MBOX em um piscar de olhos. Ele suporta a mudança de mensagens EML para MBOX sem a introdução de qualquer aplicativo baseado em EML. O melhor deste produto é que o ciclo de troca é extremamente simples e fácil de usar, independentemente de você ter ou não o domínio especializado. Os clientes podem mudar de EML para Thunderbird utilizando EML para MBOX Converter for Mac, que é um programa magnífico para importar mensagens de mensagens do Windows Mail para design MBOX. Utilizando este dispositivo, você estaria equipado para importar EML para o Thunderbird com todos os componentes conectados. Eu atesto que essa é uma programação basicamente significativa, já que a utilizei nos últimos dias, ela me apresentou a resposta específica para Importar informações do Windows Vista Mail para o Thunderbird.
O produto importa com eficiência registros de EML para Thunderbird e atira em todo o Sistema Operacional Mac - Este é o melhor aparato que permite a todos a capacidade preliminar de ajudá-los a pensar em como importar mensagens de EML para contas MBOX sem custos. Com este escritório,
Preferências do conversor EML para MBOX
  1. Dá mudança total de registros EML para design MBOX em um ciclo solitário.
  2. Buk muda de EML para design MBOX para Outlook sem um momento de atraso.
  3. Organização de email Jelly e honestidade de informações de documentos EML no design MBOX.
  4. Mantém toda a estrutura do organizador em sua estrutura única.
  5. A interface direta e inteligente do instrumento para clientes não especializados.
  6. Mova documentos EML para Outlook MBOX sem perder dados.
  7. Fare mensagens EML para MBOX junto com todas as conexões.
  8. Mova EML para MBOX e mantenha todas as propriedades de forma consistente.
  9. A semelhança é aceitável com cada estrutura operacional Mac.
  10. EML para MBOX Converter no Mac está totalmente livre de perigos.
  11. Poupe os registros MBOX do Outlook resultantes de acordo com seus pré-requisitos.
  12. O instrumento sustenta cada lançamento do aplicativo Microsoft Outlook.
  13. Fornece uma revisão completa das mensagens EML antes da transformação.
  14. Converta registros EML diferentes para o design MBOX do Outlook sem qualquer problema.
atropelar
EML para MBOX Converter for Mac é a resposta ideal para realocar registros EML para documentos MBOX. Este programa é absolutamente protegido e confiável em sua utilização. O aplicativo não precisa de informações especializadas, todos os indivíduos não especializados podem utilizar o aplicativo sem nenhum problema. Não há perigo de perda de informações ou alteração fragmentada durante o ciclo. É totalmente protegido e útil. Independentemente disso, tente uma vez. Com este produto, os clientes podem, sem dúvida, mover registros EML para MBOX sem impedimentos de tamanho de documento. Caso precise verificar o produto antes de comprá-lo, nesse momento você pode solicitar o auxílio do formulário de demonstração gratuita.
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2020.11.20 18:48 BlindEyeBill724 Lendo Rosenberg, Part I de XI, tradução do Prof.Edward Feser

Lendo Rosenberg, Part I de XI, tradução do Prof.Edward Feser

Inicio uma série de traduções de artigos que Edward Feser escreveu a respeito do livro “O guia ateista para a realidade” de Alex Rosenberg. NT= Nota do Tradutor
Lendo Rosenberg, Parte I
Chamei a atenção em um post anterior para a minha crítica no First Things sobre o novo livro de Alex Rosenberg (o artigo de Feser é de 2011, NT), O guia ateista para a realidade. Aqui eu começo uma série de postagens dedicadas a examinar o livro de Rosenberg com mais detalhes do que eu tinha espaço na revisão. O livro é digno de tal atenção porque Rosenberg vê mais claramente do que qualquer outro ateu proeminente quão extremas são as implicações do cientificismo em que os ateus modernos tendem a basear sua posição. Na verdade, é incrível como suas conclusões são semelhantes às que eu defendo que seguem do cientificismo nos capítulos 5 e 6 de A última superstição. A diferença é que, embora eu afirme que essas consequências constituem uma reductio ad absurdum das premissas que levam a elas, Rosenberg as considera como verdades "bastante óbvias" e "totalmente inevitáveis" sobre uma admitidamente "dura realidade", que os ateus deveriam abraçar apesar sua aspereza. Quão áspero é? Rosenberg escreve:
A ciência - especialmente a física e a biologia - revela que a realidade é completamente diferente do que a maioria das pessoas pensa. Não é apenas diferente do que os crentes religiosos pensam. A ciência revela que a realidade é mais estranha do que muitos ateus reconhecem. (p. ix)
E
As respostas certas são aquelas com as quais até mesmo alguns cientistas não se sentem confortáveis ​​e procuram evitar ou atenuar. (p. xii)
Essas respostas significam nada menos do que um "niilismo" bastante completo, embora um niilismo que Rosenberg nos assegure ser de "um tipo legal", ou pelo menos pode ser suportado, dado que "sempre há Prozac". Parte do que ele tem em mente é o que você esperaria que qualquer ateu alegasse - que não existe Deus, nem vida após a morte, e que nem o universo como um todo, nem a história, nem qualquer vida humana individual tem qualquer propósito ou propósito. Ele também tem em mente as afirmações de que alguns ateus tentam resistir ou se qualificar, mas que muitos deles admitem que são pelo menos difíceis de evitar, dadas suas suposições metafísicas - que o livre arbítrio e a moralidade (incluindo qualquer sistema secular de moralidade) são ilusões.
Mas Rosenberg vai muito além desses temas ateus familiares. Em sua opinião, quando seguido de forma consistente, o cientificismo implica que a consciência introspectiva não nos dá um conhecimento genuíno de nossa própria natureza ou das causas de nosso comportamento. Na verdade, isso implica que o eu é uma ilusão. Isso implica que o significado e o propósito são ilusões até mesmo no nível da mente humana individual - que nenhum de nossos pensamentos é realmente "sobre" nada, e que nenhum ser humano realmente forma planos ou tem quaisquer propósitos próprios. E isso implica que a história, as humanidades e muito das ciências sociais, na medida em que pressupõem que existem eus com pensamentos significativos que planejam e agem com propósito, não nos dão nenhum conhecimento genuíno sobre o mundo - eles são, na melhor das hipóteses, meros entretenimentos. Em geral, narrativas ou histórias de qualquer tipo (incluindo narrativas ou histórias alegadamente “verdadeiras” e incluindo narrativas ou histórias seculares alegadamente verdadeiras) são pura ficção. Apenas as “fórmulas, diagramas de fiação, sistemas de equações ... provas geométricas” e coisas semelhantes do discurso científico nos dão conhecimento real.
O que Rosenberg está comprometido, então, é a afirmação de que o cientificismo sobre o qual o ateísmo moderno se baseia acarreta um materialismo eliminativo radical (embora ele não empregue esse termo no livro, talvez para evitar muitos jargões técnicos em uma obra destinada em uma audiência amplamente não filosófica). O bom senso considera que é óbvio - na verdade, tão óbvio que parece que apenas os filósofos se preocupam em chamar a atenção para o fato - que as coisas que dizemos e os pensamentos que nossas palavras expressam têm significado, que são ou se referem a coisas no mundo. Ou seja, eles têm intencionalidade, o termo técnico do filósofo para o significado de um pensamento, "sobre-ser" ou "direcionamento para" um objeto ou referente. O materialismo eliminativo (ou a versão do materialismo eliminativo que Rosenberg endossa, de qualquer maneira) sustenta que isso é uma ilusão, que a intencionalidade não é uma característica genuína do mundo e deve ser eliminada de nossa imagem da realidade. Muito (embora não tudo) do que Rosenberg tem a dizer baseia-se nessa tese fundamental.
Parte desse terreno já foi abordado por Rosenberg quase dois anos atrás, em seu artigo online “O Guia do Naturalista Desencantado para a Realidade”. (Eu respondi a esse artigo em uma série anterior de postagens de blog, que pode ser acessada aqui http://edwardfeser.blogspot.com/2009/12/rosenberg-on-naturalism.html. O que eu disse nessas postagens se aplica ao livro também, embora, naturalmente, terei coisas novas a dizer na presente série de postagens). O artigo é uma leitura útil para quem deseja um resumo do livro, embora (talvez por razões de marketing) o livro seja um pouco menos pessimista do que o artigo. (A última linha do artigo é "Chega de significado da história e tudo o mais com que nos importamos." O subtítulo do livro é "Desfrutando a vida sem ilusões". Por outro lado, na época do último livro linha, Rosenberg está aconselhando seus leitores a “Tome um Prozac ou seu inibidor de recaptação de serotonina favorito e continue tomando até fazerem efeito.” Espero que o plano de saúde da Duke University proporcione a Rosenberg um generoso benefício de medicamentos prescritos!)
O artigo também parece um pouco mais explícito do que o livro sobre o quão radicais são as implicações de negar a intencionalidade. Para ter certeza, o livro deixa claro o suficiente para que Rosenberg sustente que nenhum de nossos pensamentos é realmente “sobre” nada. Mas, exceto por uma alusão aqui ou ali, não deixa tão claro como o artigo faz que isso acarreta que o significado linguístico (incluindo os significados supostos das próprias palavras no livro e no artigo de Rosenberg) também é uma ilusão, e que estritamente falando, não existem coisas como crenças, desejos e coisas do gênero. Talvez Rosenberg estivesse preocupado que mesmo o leitor secular comum achasse difícil ler tais afirmações com simpatia. Rosenberg está impaciente com o que ele considera tentativas fáceis de mostrar que o materialismo eliminativo é auto-refutável ("Ele diz que acredita que não há crenças!" Etc.). Então, talvez Rosenberg esperava para evitar tais objeções, colocando a ênfase na ideia de que o “sobre” de nossas crenças é ilusório, ao invés do tema que as próprias crenças são, ou que o “sobre” até mesmo de nossas palavras é.
Rosenberg está correto ao sustentar que o materialista eliminativo pode facilmente evitar o uso de locuções como “acredita nisso”, de modo a evitar qualquer autocontradição direta do tipo “acreditar que não há crenças”. A verdadeira questão, porém, é se o eliminativista pode, mesmo em princípio, evitar totalmente afirmar sua posição de uma forma que não pressupõe intencionalidade. E a resposta (como argumentei em meus posts anteriores sobre Rosenberg e no capítulo 6 de A Última Superstição, e como argumentarei nesta série de posts) é que ele não pode evitá-lo. Isso é suficiente para refutar a posição de Rosenberg. Mas existem muitos outros problemas com ele.
O guia cientificista para a realidade
Nós vamos chegar a tudo isso. Por enquanto, vamos examinar um pouco mais de perto o cientificismo de Rosenberg. A primeira coisa a dizer sobre isso é que o cientificismo (a visão de que a ciência por si só nos dá conhecimento da realidade), ao invés do ateísmo, é o verdadeiro assunto do Guia Ateísta para a Realidade. O ateísmo é para Rosenberg apenas uma das consequências que ele assume como consequência do cientificismo, não algo que ele defende independentemente. Na verdade, embora se possa argumentar a favor do ateísmo em bases não científicas, pode-se imaginar que Rosenberg não teria nenhum interesse em tais argumentos se eles estivessem positivamente em conflito com o cientificismo. Ele está interessado em explicar o que mais se segue do cientificismo que motiva seu ateísmo.
Por esta razão, Rosenberg nem mesmo se preocupa na crítica dos argumentos teístas. Muito de sua justificativa para essa negligência é uma fanfarronice no estilo do Novo Ateísmo no sentido de que "a crença em Deus é equivalente à crença em Papai Noel" etc. (Rosenberg confessa que o tom de seu livro está fadado a soar como " paternalista ”e“ presunçoso ”.) Mas ele tenta oferecer o que considera serem três razões substantivas para isso. Primeiro, ele diz, tudo o que precisa ser dito por meio de crítica filosófica do teísmo já foi dito por outros, e de fato foi dito por David Hume em seu “Diálogos a respeito da religião natural”. Em segundo lugar, o fato de que os teístas persistem em sua crença, apesar dessas críticas bem conhecidas, mostra que eles não serão convencidos por argumentos de qualquer maneira. Terceiro, os ateus são, portanto, melhor aconselhados a devotar sua atenção à exploração das implicações de sua própria posição, em vez de argumentar contra o teísmo.
Desnecessário dizer que essas não são razões filosoficamente sérias para se recusar a se envolver em argumentos teístas, pois elas descaradamente fazem uma petição de princípio. O próprio Rosenberg reconhece que existem pessoas inteligentes e bem informadas que não são ateus. Ele certamente percebe que eles não vão concordar com ele que Hume pôs fim ao teísmo há mais de dois séculos, também não concordarão com a insinuação de que aqueles que pensam de outra forma são mal informados ou desonestos e, portanto, também discordarão o julgamento de que o ateu não precisa defender sua posição, podendo se concentrar somente em explicitar suas implicações. Rosenberg não ofereceu a eles nenhum argumento para pensar o contrário, mas apenas uma afirmação.
Sem dúvida, Rosenberg acusaria aqueles que fizessem tal réplica de má-fé; na verdade, seu livro é apimentado com acusações condescendentes de má-fé contra aqueles que discordam dele. Mas tais acusações também simplesmente levantam a questão, pois se os teístas contemporâneos estão realmente agindo de má-fé é parte do que está em questão na disputa entre ateus e teístas. A única maneira de estabelecer que sim seria realmente lidar com seus argumentos e mostrar (em vez de meramente afirmar), não apenas que os argumentos falham, mas que falham tão espetacularmente que nenhuma pessoa inteligente e bem informada agindo de boa fé poderia aceitá-los.
Essa seria uma afirmação bastante ousada, mesmo que Rosenberg mostrasse qualquer evidência de estar familiarizado com o que os filósofos da religião sérios, do passado e do presente, realmente disseram. Na verdade, suspeita-se que sua leitura sobre o assunto terminou com o que estava na antologia que eles usaram em sua aula PHIL 101 de graduação. Rosenberg surge como um caso paradigmático do tipo de pessoa que o filósofo da religião ateu Quentin Smith tinha em mente quando julgou que "a grande maioria dos filósofos naturalistas tem uma crença injustificada de que o naturalismo é verdadeiro e uma crença injustificada de que o teísmo (ou sobrenaturalismo ) é falso." Seu naturalismo, diz Smith, normalmente se baseia em nada mais do que uma "rejeição do teísmo acenando com a mão" mal informada, que ignora "o brilho erudito da filosofia teísta de hoje". Smith continua:
Se cada naturalista que não se especializou em filosofia da religião (ou seja, mais de noventa e nove por cento dos naturalistas) for trancado em uma sala com teístas que se especializam em filosofia da religião, e se os debates subsequentes foram referendados por um naturalista que tinha uma especialização em filosofia da religião, o árbitro naturalista poderia no máximo esperar que o resultado fosse que "nenhuma conclusão definitiva possa ser tirada sobre a racionalidade da fé", embora eu espere que o resultado mais provável seja que o naturalista, querendo ser um árbitro justo e objetivo, teria que concluir que os teístas definitivamente tinham a vantagem em cada argumento ou debate.
Devido à atitude típica do naturalista contemporâneo ... a grande maioria dos filósofos naturalistas passou a ter (desde o final dos anos 1960) uma crença injustificada no naturalismo. Suas justificativas foram derrotadas por argumentos desenvolvidos por filósofos teístas, e agora os filósofos naturalistas, em sua maioria, vivem nas trevas sobre a justificativa para o naturalismo. Eles podem ter uma crença verdadeira no naturalismo, mas não têm conhecimento de que o naturalismo seja verdadeiro, uma vez que não têm uma justificativa invicta para sua crença. Se o naturalismo for verdadeiro, então sua crença no naturalismo é acidentalmente verdadeira. [“A Metafilosofia do Naturalismo” Philo: A Journal of Philosophy (outono-inverno 2001) Quentin Smith]
Agora Smith, ao contrário de Rosenberg, realmente tem experiência em filosofia da religião. Ele também tem experiência em áreas da filosofia pelas quais Rosenberg sem dúvida tem mais respeito (como filosofia da ciência e metafísica) e também nas ciências naturais. Nem é Smith, de forma alguma, o único naturalista proeminente a considerar muitos de seus companheiros não crentes como propensos exatamente ao tipo de ignorância e dogmatismo de que acusam os teístas. (Veja as passagens de nomes como Thomas Nagel, John Searle, Tyler Burge e William Lycan citados no final deste post recente, em http://edwardfeser.blogspot.com/2011/07/so-you-think-you-understand.html.) Rosenberg dificilmente pode acusar tais pensadores de ignorância da ciência e da filosofia, ou de terem um machado teológico para moer. No entanto, se eles estiverem certos, então os ateus não podem fingir ter uma presunção tão forte a seu favor que eles não precisem se preocupar com os argumentos do outro lado. E mesmo se eles estiverem errados, o ateu tem que mostrar que eles estão errados, não simplesmente afirmar que estão.
Considere também que a espada de Rosenberg corta para os dois lados - que o movimento que ele faz pode ser feito contra os próprios ateus. Suponha que um teísta escreveu um livro chamado O Guia Teísta para a Realidade, mas não dedicou atenção a responder a quaisquer argumentos ateus contra o teísmo. E suponha que ele tentasse justificar isso sugerindo, primeiro, que tudo o que precisa ser dito contra o ateísmo já foi dito por outros, e na verdade foi dito por Tomás de Aquino; segundo, que o fato de os ateus não reconhecerem isso mostra que eles não serão convencidos por argumentos de qualquer maneira; e terceiro, que os teístas são, portanto, melhor aconselhados a devotar sua atenção a explicitar as implicações de sua posição ao invés de argumentar contra o ateísmo.
Rosenberg sem dúvida consideraria isso delirante. Mas é claro, nós teístas consideramos sua própria recusa em envolver o outro lado como delirante. Não há maneira racional de quebrar esse impasse, exceto fazer o que Rosenberg se recusa a fazer - na verdade, examinar os argumentos de ambos os lados da disputa entre ateísmo e teísmo, em vez de implorar descaradamente a questão em favor de um dos lados e simplesmente declare esse procedimento ridículo como "racional". (Qualquer leitor ateu tentado neste ponto a implantar o Myers Shuffle gritando "Resposta do cortesão!" deve saber que isso seria simplesmente fazer uma petição de princípio mais uma vez, uma vez que os argumentos a favor do teísmo são realmente comparáveis ​​aos do apologista de um imperador nu é precisamente o que está em questão.¹)
Escreve Rosenberg:
[E] este livro foi escrito principalmente para aqueles de nós que já negam, não apenas céticos e agnósticos. Embora iremos abordar as fraquezas e falácias (bem como o pensamento positivo) dos teístas, não trataremos o teísmo como uma alternativa séria que ainda [sic] precisa ser refutada. Os leitores pretendidos deste livro já ultrapassaram esse ponto. Nós sabemos a verdade. (p. xii)
“Nós sabemos a verdade.” Substitua “negadores” por “crentes” e “teístas” e “teísmo” por “ateus” e “ateísmo”, e Rosenberg soa exatamente como Jerry Falwell (ou pelo menos como o que os liberais pensam que Jerry Falwell soou). Isso não é filosofia. É um grito, um apelo à multidão. O fato de que os integrantes da multidão têm diplomas avançados e peixes de Darwin no porta-malas de seus carros não torna isso menos grave.
Tanto para o que o livro não diz. Na próxima postagem, veremos o primeiro dos argumentos reais de Rosenberg - a razão pela qual ele acha que o cientificismo é inevitável.
______________________________
¹ A resposta do cortesão é um tipo de falácia informal, cunhada pelo biólogo americano PZ Myers, em que um respondente à crítica afirma que o crítico carece de conhecimento, credenciais ou treinamento suficiente para apresentar qualquer tipo de crítica. Pode ser considerado uma forma invertida de argumento da autoridade, onde uma pessoa sem autoridade discordando de uma autoridade é presumida incorreta prima facie. Também pode ser considerado uma forma de Ad hominem.
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2020.11.20 11:40 Don-g9 Opinião sobre carro a GPL

Boas,
Estou a pensar comprar um carro a GPL. Vi um Honda accord de 1999 a gpl de 150 cv, 2150 de cilindrada, com 360 000 kms. Tem instalação de GPL homologado já de dístico verde .

Tenho algumas questões:

Obrigado desde já
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2020.11.18 16:29 TonyMamotto Globo vai vender o Som Livre (primeira mão)

"Em mais uma etapa do nosso processo de transformação, iniciamos estudos para a venda da Som Livre, maior gravadora e desenvolvedora brasileira de talentos musicais e rentável negócio da Globo. Como vocês estão acompanhando, a nossa empresa está mais orientada ao modelo D2C (direct to consumer), e, por isso, tem feito uma revisão detalhada do valor estratégico de seus ativos, com foco nos negócios que mais atendem à sua estratégia principal. Isso não quer dizer, no entanto, que a música deixa de ter relevância em nosso portfólio. Ao contrário. Além da presença e cobertura de grandes festivais como Rock in Rio e Lollapalooza, a música continua a estar no coração dos nossos canais por assinatura, como o BIS e o Multishow, e de programas de sucesso, como a família The Voice (The Voice, The Voice Kids, The Voice +), TVZ, Música Boa ao Vivo, entre outros", diz trecho do comunicado
Em breve, quando algum portal postar, coloco o link
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2020.11.18 16:10 yoloman9 Boulos irá conseguir pagar por suas propostas?

É muito repetido no discurso do Boulos que SP teria 19 bi em caixa, suficiente para 5 rendas básicas, entretanto 8 bi desta conta já está veiculada e até o final do mandato sobrariam apenas 6 bi em caixa para a próxima gestão, de boa parte deste para contas de curto prazo. Haddad por ex tb deixou 5,5 bi de caixa, mas após contas de curto prazo o saldo restante era apenas de 3bi, e menos ainda, 300 mi, eram de recursos livres.
https://noticias.r7.com/eleicoes-2020/caixa-de-r-19-bi-na-prefeitura-na-pandemia-gera-embate-eleitoral-08112020
https://piaui.folha.uol.com.blupa/2017/07/21/quanto-fernando-haddad-deixou-em-caixa/
Além disso, é muito falado dos 130 bi de divida, sendo 60 bi destes de divida ativa, que são possíveis de receber. Segundo o próprio candidato seriam recuperados 10 bi em 4 anos, o dobro de haddad e dória, logo + 5bi em 4 anos num cenário otimista.
https://twitter.com/GuilhermeBoulos/status/1328492432405766145?s=19
Além disso fala-se em ISS de bancos e IPTU mansões, que seriam os unicos impostos que iriam subir, mas teriam apenas valor simbólico segundo o próprio e insuficientes de arrecadação.
Em entrevista:
“No nosso governo não haverá aumento de imposto na cidade de São Paulo”, afirmou durante sabatina na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A exceção, segundo ele, seria rever o valor do ISS pago pelos bancos na capital.
https://br.noticias.yahoo.com/propostas-boulos-para-sp-esbarram-160000015.html
O pente fino da corrupção tem valor incerto e sem boas estimativas. Há um estudo que diz que 1 bi poderia ser economizado em revisão de contratos de onibus, ainda assim não parece o suficiente para custear o passe livre.
A renda básica deve girar em torno de 3,5 bi por ano + o passe livre sem valor definido pelo candidato. Não só, ainda há uma meta confirmada por ele de tarifa zero para todos, proposto pela erundina á camara quando prefeita, estimado em 4,5 bi por ano, 8,5 custo total transp - 4 subsidio e cobrador, considerado inviável pelo haddad em 2016, num cenário hipotético dele tentar implementar isto nos próximos 4 anos, ou perto disto.
Ele diz em entrevista:
O Passe Livre seria ampliado para desempregados, mulheres com criança de colo, estudantes e após isto, seria reduzido gradualmente o preço da passagem até se chegar ao valor zero para todos.
https://diariodotransporte.com.b2020/10/20/entrevista-guilherme-boulos-promete-investimento-pesado-em-corredores-de-onibus-e-tarifa-zero/
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/01/para-conseguir-passe-livre-em-sp-e-melhor-eleger-um-magico-diz-haddad.html
Soma-se a isso mais gastos como concursos, reajustes, revisão concessões, mais investimentos, expropriações etc e a conta se complica
Acho que ainda teria minha preferência no 2 turno, para tirar bandidos do poder, mas revejo seriamente a possibilidade de pelo menos as principais propostas serem cumpridas sem cortar gastos e aumentar impostos, como ele promete
Edit: Tudo oque o u/Jack_125 falou eu já disse no post, tudo confirmado em entrevista, mas prefiro não incorrer em discussão com ele denovo.
Edit: Boulos acabou de dizer no estadão que a solução para o déficit da previdência é contratar mais funcionários públicos, sendo que oque eles contribuem é 1/5 do gasto para o estado pagar o salário deles. Vejam
https://twitter.com/Walkingdedo/status/1329118865968730119?s=19
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2020.11.17 02:41 futebolstats Corinthians vence Palmeiras e volta à decisão do Brasileiro Feminino

Pela quarta temporada seguida, o Corinthians está na decisão da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Nesta segunda-feira (16), o Timão venceu o derby paulista contra o Palmeiras por 3 a 0, disputado na Neo Química Arena, em São Paulo, e será o adversário do Avaí/Kindermann na final. Os jogos de ida e volta serão marcados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mas estão previstos para os dias 22 de novembro (próximo domingo) e 6 de dezembro.
O enredo do primeiro tempo na casa alvinegra não foi muito diferente daquele no Allianz Parque, onde as equipes ficaram no 0 a 0, na partida de ida. O Corinthians propôs o jogo e o Palmeiras adotou o contra-ataque como arma. A diferença é que, desta vez, o Timão foi mais perigoso. Aos 15 minutos, após cobrança de escanteio da meia Andressinha, a atacante Giovana Crivelari apareceu na pequena área e desviou por cima do travessão. Aos 20, a lateral Yasmin bateu falta e mandou na trave. No lance seguinte, Andressinha cobrou mais um tiro de canto e Poliana – lateral de ofício, mas que tem atuado como zagueira – desta vez mandou para as redes, de cabeça.
Tendo que mudar de postura, o Verdão deu espaços e gerou dois contra-ataques perigosos antes do intervalo. No primeiro, a atacante Adriana disparou a partir do campo de defesa e só parou na goleira Vivi. Na sequência, a meia Grazi – que vinha atuando quase como centroavante – recebeu cruzamento rasteiro pela esquerda, perto da marca do pênalti, e chutou rente à meta palmeirense.
O Palmeiras se reorganizou para atacar sem deixar tantas brechas. As palestrinas esboçaram uma blitz e tiveram boa chance aos 13 minutos, quando a atacante Carla Nunes aproveitou a sobra dentro da área e bateu em cima da zagueira Erika, que desviou para escanteio. As palmeirenses reclamaram de toque de mão da corintiana, mas o lance sequer precisou de revisão da arbitragem de vídeo (VAR) para não ser marcado.
O Timão respondeu com a entrada de Gabi Portilho, para puxar os contra-ataques. Na primeira bola, aos 24 minutos, a atacante avançou pela esquerda e rolou para Adriana, livre, bater por cima do gol. Aos 34, Portilho recebeu cruzamento pela direita, mas também chutou acima do travessão. Com o jogo sob controle, as alvinegras voltaram a balançar as redes. Aos 43, o gol da lateral Juliete – em impedimento – foi anulado. Nos acréscimos, a volante Ingryd fez um golaço olímpico e praticamente sacramentou a classificação do Timão. Ainda deu tempo da volante Diany fechar o marcador, no lance seguinte.
Confira a tabela completa da Série A do Campeonato Brasileiro.
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2020.11.15 19:08 Lexszin O título de eleitor pode ser cancelado mesmo pagando a multa por ausência?

Tenho 20 anos e não tirei meu título de eleitor, e pra ser sincero não tive ou tenho motivo para tirar.
Estive pesquisando sobre o título de eleitor e a ausência em dia de eleição, e vi que quando for tirar o título terei que pagar uma multa, mas depois disso tudo estará regularizado.
Não tendo interesse em eleições, acho uma perda de tempo sair de casa só para votar em branco. Estava pesquisando a melhor solução para ficar com a situação regularizada e ao mesmo tempo sem comparecer às urnas... Venho tentando encontrar a melhor forma de regularizar tudo sem ter que sair de casa.
Tenho algumas perguntas:
  1. Sei que terei que pagar uma multa quando for tirar o título, como exatamente é feito esse pagamento?
  2. Aparentemente, a retirada do título de eleitor sempre foi presencial, mas vi que esse ano, excepcionalmente, foi feita pela internet. Acontece que só vi essa notícia hoje... Porém, imagino que no próximo ano seja similar. Caso seja, poderei efetuar o pagamento da multa e a retirada do título no mesmo período? (Logo após a confirmação do pagamento) Ou há uma certa espera pela revisão do governo?
  3. Li que caso o eleitor permaneça 3 turnos sem votar, seu título será cancelado, e vi algumas pessoas dizendo que seu CPF também. Qual a relação do CPF com o título de eleitor?
  4. Continuando da última pergunta, li também que após ausência sem justificativa na urna, uma multa fica pendente. Caso eu permaneça 2 turnos sem votar e pague a multa antes do próximo turno, não votando nesse próximo turno, meu título ainda será cancelado?

Agradeço desde já à qualquer ajuda!
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2020.11.15 17:53 migueucardouso Como é possível? Já passou mais um dia!

Dei o longo dia de trabalho por terminado. Foram quatro horas dedicadas, com uma atenção imensa destinada a reter, compreender e a interpretar as informações lançadas pelos professores e/ou livros. Por qualquer motivo que ainda me escapa, continuo a não perceber o que diziam, ou o que estava escrito. Não há nada com que me preocupar! Tempo não me falta para voltar a assimilar devidamente a matéria, lendo os apontamentos, realizando exercícios, esboçando resumos e no fim de tudo isto, ainda conseguirei divertir-me, fazendo o que mais gosto.
São vinte e quatro as horas disponíveis para que se consiga fazer a diferença neste nosso Planeta Terra, (Sendo cientificamente rigoroso, são vinte e três horas, cinquenta e seis minutos e quatros segundos, consequência do movimentos de rotação. Os três vírgula noventa e quatro minutos que sobram são consequência do movimento de translação da mesma), para abraçar uma nova causa, para finalizar uma tarefa pendente, para buscar conhecimento, para estabelecer relações, para estabelecer objetivos, cumprir outros, enfim, são tantas as hipóteses!
Ora bem, o que comecei por fazer? Traduzir as vinte e quatro horas, primeiro, em minutos, em seguida, em segundos. Vinte e quatro horas são mil quatrocentos e quarenta minutos! Vinte e quatro horas são oitenta e seis mil e quatrocentos segundos! Que imensidão temporal!
Qual foi o próximo passo? Obviamente, optei por uma pausinha. O processo anteriormente descrito tirou-me todas as energias. Deparei-me com dificuldades que não estava nada à espera! Fazer regras de “três simples” e contas de multiplicar à mão já não é para mim.
Depois de uma hora de zapping pelos canais televisivos, desejando encontrar um onde o conteúdo merecesse realmente ser levado em consideração, cheguei a uma breve conclusão: o pacote máximo da operadora é inútil!
A fome por ação televisiva transmitiu-se ao estômago, que roncava ansioso por convidados. Ativei os meus dotes culinários, de forma a preparar uma refeição simplória, para evitar aromas torrados, ou uma cozinha chamuscada. A simplicidade acaba sempre por ser a chave para o sucesso! Estava tão bom que acabei por repousar mais três horas! Tive que deixar o estômago concluir os seus afazeres! Uma digestão bem-feita é meio caminho andado para andar bem-disposto!
Alcançadas as quinze horas, a vontade para fazer algo começava a demonstrar a sua presença, porém, algo mais importante surgiu. A tela do telemóvel ganhou vida. Uma notificação avisava que um streamer (pessoa que transmite algum conteúdo em direto) tinha começado a transmitir ao vivo um novo jogo que fora lançado, precisamente, naquele dia. Uma nova inquietação apoderou-se de mim: Estudar ou vê-lo? A escolha foi óbvia. A matéria a que ia entregar a minha concentração já havia sido lecionada nos anos anteriores, iria só fazer uma simples revisão. Agora, o jogo… O jogo era novíssimo em folha! Naturalmente, tive que ir assisti-lo, de forma a fazer uma avaliação dos seus gráficos e história, para considerar se mereceria a pena também eu comprá-lo.
Quando a stream terminou, eram já dezanove horas e trinta minutos. O tempo voara! Ora bem, o que tinha a fazer a seguir? Ah! O passo a tomar era apenas um! Partir para o jantar!
Mais duas horas fugiram quando me sentei finalmente à secretária. Retirei, vagarosamente, o estojo, os cadernos e os manuais das disciplinas da mochila. Estendi-os à luz solar proveniente do candeeiro e lancei-lhes um olhar. Por onde começaria? Optei, primeiro, pelas tarefas de matemática. Pouco entendia, mas não havia mal! Tinha todas as condições para me concentrar, de maneira a interpretar e compreender. Só não fazia conta com uma coisa. O calor começou a embalar-me na cadeira. Bocejava… Bocejava… Bocejava… Cheguei à conclusão que não valia a pena. Não conseguiria estar em plenas capacidades, de modo que deveria ir para a cama.
Quando me aninhei na almofada, assombrou-me uma nova realização. Em mil quatrocentos e quarenta minutos, não fiz uma única coisa produtiva. Porém, consegui apaziguar-me. Um dia não é todos os dias. O grande problema é que os oitenta e seis mil e quatrocentos segundos que cada dia me oferece costumam ser sempre passados em vão.
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2020.11.15 17:52 migueucardouso Como é possível? Já passou mais um dia!

Dei o longo dia de trabalho por terminado. Foram quatro horas dedicadas, com uma atenção imensa destinada a reter, compreender e a interpretar as informações lançadas pelos professores e/ou livros. Por qualquer motivo que ainda me escapa, continuo a não perceber o que diziam, ou o que estava escrito. Não há nada com que me preocupar! Tempo não me falta para voltar a assimilar devidamente a matéria, lendo os apontamentos, realizando exercícios, esboçando resumos e no fim de tudo isto, ainda conseguirei divertir-me, fazendo o que mais gosto.
São vinte e quatro as horas disponíveis para que se consiga fazer a diferença neste nosso Planeta Terra, (Sendo cientificamente rigoroso, são vinte e três horas, cinquenta e seis minutos e quatros segundos, consequência do movimentos de rotação. Os três vírgula noventa e quatro minutos que sobram são consequência do movimento de translação da mesma), para abraçar uma nova causa, para finalizar uma tarefa pendente, para buscar conhecimento, para estabelecer relações, para estabelecer objetivos, cumprir outros, enfim, são tantas as hipóteses!
Ora bem, o que comecei por fazer? Traduzir as vinte e quatro horas, primeiro, em minutos, em seguida, em segundos. Vinte e quatro horas são mil quatrocentos e quarenta minutos! Vinte e quatro horas são oitenta e seis mil e quatrocentos segundos! Que imensidão temporal!
Qual foi o próximo passo? Obviamente, optei por uma pausinha. O processo anteriormente descrito tirou-me todas as energias. Deparei-me com dificuldades que não estava nada à espera! Fazer regras de “três simples” e contas de multiplicar à mão já não é para mim.
Depois de uma hora de zapping pelos canais televisivos, desejando encontrar um onde o conteúdo merecesse realmente ser levado em consideração, cheguei a uma breve conclusão: o pacote máximo da operadora é inútil!
A fome por ação televisiva transmitiu-se ao estômago, que roncava ansioso por convidados. Ativei os meus dotes culinários, de forma a preparar uma refeição simplória, para evitar aromas torrados, ou uma cozinha chamuscada. A simplicidade acaba sempre por ser a chave para o sucesso! Estava tão bom que acabei por repousar mais três horas! Tive que deixar o estômago concluir os seus afazeres! Uma digestão bem-feita é meio caminho andado para andar bem-disposto!
Alcançadas as quinze horas, a vontade para fazer algo começava a demonstrar a sua presença, porém, algo mais importante surgiu. A tela do telemóvel ganhou vida. Uma notificação avisava que um streamer (pessoa que transmite algum conteúdo em direto) tinha começado a transmitir ao vivo um novo jogo que fora lançado, precisamente, naquele dia. Uma nova inquietação apoderou-se de mim: Estudar ou vê-lo? A escolha foi óbvia. A matéria a que ia entregar a minha concentração já havia sido lecionada nos anos anteriores, iria só fazer uma simples revisão. Agora, o jogo… O jogo era novíssimo em folha! Naturalmente, tive que ir assisti-lo, de forma a fazer uma avaliação dos seus gráficos e história, para considerar se mereceria a pena também eu comprá-lo.
Quando a stream terminou, eram já dezanove horas e trinta minutos. O tempo voara! Ora bem, o que tinha a fazer a seguir? Ah! O passo a tomar era apenas um! Partir para o jantar!
Mais duas horas fugiram quando me sentei finalmente à secretária. Retirei, vagarosamente, o estojo, os cadernos e os manuais das disciplinas da mochila. Estendi-os à luz solar proveniente do candeeiro e lancei-lhes um olhar. Por onde começaria? Optei, primeiro, pelas tarefas de matemática. Pouco entendia, mas não havia mal! Tinha todas as condições para me concentrar, de maneira a interpretar e compreender. Só não fazia conta com uma coisa. O calor começou a embalar-me na cadeira. Bocejava… Bocejava… Bocejava… Cheguei à conclusão que não valia a pena. Não conseguiria estar em plenas capacidades, de modo que deveria ir para a cama.
Quando me aninhei na almofada, assombrou-me uma nova realização. Em mil quatrocentos e quarenta minutos, não fiz uma única coisa produtiva. Porém, consegui apaziguar-me. Um dia não é todos os dias. O grande problema é que os oitenta e seis mil e quatrocentos segundos que cada dia me oferece costumam ser sempre passados em vão.
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2020.11.15 17:51 migueucardouso Como é possível? Já passou mais um dia!

Dei o longo dia de trabalho por terminado. Foram quatro horas dedicadas, com uma atenção imensa destinada a reter, compreender e a interpretar as informações lançadas pelos professores e/ou livros. Por qualquer motivo que ainda me escapa, continuo a não perceber o que diziam, ou o que estava escrito. Não há nada com que me preocupar! Tempo não me falta para voltar a assimilar devidamente a matéria, lendo os apontamentos, realizando exercícios, esboçando resumos e no fim de tudo isto, ainda conseguirei divertir-me, fazendo o que mais gosto.
São vinte e quatro as horas disponíveis para que se consiga fazer a diferença neste nosso Planeta Terra, (Sendo cientificamente rigoroso, são vinte e três horas, cinquenta e seis minutos e quatros segundos, consequência do movimentos de rotação. Os três vírgula noventa e quatro minutos que sobram são consequência do movimento de translação da mesma), para abraçar uma nova causa, para finalizar uma tarefa pendente, para buscar conhecimento, para estabelecer relações, para estabelecer objetivos, cumprir outros, enfim, são tantas as hipóteses!
Ora bem, o que comecei por fazer? Traduzir as vinte e quatro horas, primeiro, em minutos, em seguida, em segundos. Vinte e quatro horas são mil quatrocentos e quarenta minutos! Vinte e quatro horas são oitenta e seis mil e quatrocentos segundos! Que imensidão temporal!
Qual foi o próximo passo? Obviamente, optei por uma pausinha. O processo anteriormente descrito tirou-me todas as energias. Deparei-me com dificuldades que não estava nada à espera! Fazer regras de “três simples” e contas de multiplicar à mão já não é para mim.
Depois de uma hora de zapping pelos canais televisivos, desejando encontrar um onde o conteúdo merecesse realmente ser levado em consideração, cheguei a uma breve conclusão: o pacote máximo da operadora é inútil!
A fome por ação televisiva transmitiu-se ao estômago, que roncava ansioso por convidados. Ativei os meus dotes culinários, de forma a preparar uma refeição simplória, para evitar aromas torrados, ou uma cozinha chamuscada. A simplicidade acaba sempre por ser a chave para o sucesso! Estava tão bom que acabei por repousar mais três horas! Tive que deixar o estômago concluir os seus afazeres! Uma digestão bem-feita é meio caminho andado para andar bem-disposto!
Alcançadas as quinze horas, a vontade para fazer algo começava a demonstrar a sua presença, porém, algo mais importante surgiu. A tela do telemóvel ganhou vida. Uma notificação avisava que um streamer (pessoa que transmite algum conteúdo em direto) tinha começado a transmitir ao vivo um novo jogo que fora lançado, precisamente, naquele dia. Uma nova inquietação apoderou-se de mim: Estudar ou vê-lo? A escolha foi óbvia. A matéria a que ia entregar a minha concentração já havia sido lecionada nos anos anteriores, iria só fazer uma simples revisão. Agora, o jogo… O jogo era novíssimo em folha! Naturalmente, tive que ir assisti-lo, de forma a fazer uma avaliação dos seus gráficos e história, para considerar se mereceria a pena também eu comprá-lo.
Quando a stream terminou, eram já dezanove horas e trinta minutos. O tempo voara! Ora bem, o que tinha a fazer a seguir? Ah! O passo a tomar era apenas um! Partir para o jantar!
Mais duas horas fugiram quando me sentei finalmente à secretária. Retirei, vagarosamente, o estojo, os cadernos e os manuais das disciplinas da mochila. Estendi-os à luz solar proveniente do candeeiro e lancei-lhes um olhar. Por onde começaria? Optei, primeiro, pelas tarefas de matemática. Pouco entendia, mas não havia mal! Tinha todas as condições para me concentrar, de maneira a interpretar e compreender. Só não fazia conta com uma coisa. O calor começou a embalar-me na cadeira. Bocejava… Bocejava… Bocejava… Cheguei à conclusão que não valia a pena. Não conseguiria estar em plenas capacidades, de modo que deveria ir para a cama.
Quando me aninhei na almofada, assombrou-me uma nova realização. Em mil quatrocentos e quarenta minutos, não fiz uma única coisa produtiva. Porém, consegui apaziguar-me. Um dia não é todos os dias. O grande problema é que os oitenta e seis mil e quatrocentos segundos que cada dia me oferece costumam ser sempre passados em vão.
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2020.11.15 17:51 migueucardouso Como é possível? Já passou mais um dia!

Dei o longo dia de trabalho por terminado. Foram quatro horas dedicadas, com uma atenção imensa destinada a reter, compreender e a interpretar as informações lançadas pelos professores e/ou livros. Por qualquer motivo que ainda me escapa, continuo a não perceber o que diziam, ou o que estava escrito. Não há nada com que me preocupar! Tempo não me falta para voltar a assimilar devidamente a matéria, lendo os apontamentos, realizando exercícios, esboçando resumos e no fim de tudo isto, ainda conseguirei divertir-me, fazendo o que mais gosto.
São vinte e quatro as horas disponíveis para que se consiga fazer a diferença neste nosso Planeta Terra, (Sendo cientificamente rigoroso, são vinte e três horas, cinquenta e seis minutos e quatros segundos, consequência do movimentos de rotação. Os três vírgula noventa e quatro minutos que sobram são consequência do movimento de translação da mesma), para abraçar uma nova causa, para finalizar uma tarefa pendente, para buscar conhecimento, para estabelecer relações, para estabelecer objetivos, cumprir outros, enfim, são tantas as hipóteses!
Ora bem, o que comecei por fazer? Traduzir as vinte e quatro horas, primeiro, em minutos, em seguida, em segundos. Vinte e quatro horas são mil quatrocentos e quarenta minutos! Vinte e quatro horas são oitenta e seis mil e quatrocentos segundos! Que imensidão temporal!
Qual foi o próximo passo? Obviamente, optei por uma pausinha. O processo anteriormente descrito tirou-me todas as energias. Deparei-me com dificuldades que não estava nada à espera! Fazer regras de “três simples” e contas de multiplicar à mão já não é para mim.
Depois de uma hora de zapping pelos canais televisivos, desejando encontrar um onde o conteúdo merecesse realmente ser levado em consideração, cheguei a uma breve conclusão: o pacote máximo da operadora é inútil!
A fome por ação televisiva transmitiu-se ao estômago, que roncava ansioso por convidados. Ativei os meus dotes culinários, de forma a preparar uma refeição simplória, para evitar aromas torrados, ou uma cozinha chamuscada. A simplicidade acaba sempre por ser a chave para o sucesso! Estava tão bom que acabei por repousar mais três horas! Tive que deixar o estômago concluir os seus afazeres! Uma digestão bem-feita é meio caminho andado para andar bem-disposto!
Alcançadas as quinze horas, a vontade para fazer algo começava a demonstrar a sua presença, porém, algo mais importante surgiu. A tela do telemóvel ganhou vida. Uma notificação avisava que um streamer (pessoa que transmite algum conteúdo em direto) tinha começado a transmitir ao vivo um novo jogo que fora lançado, precisamente, naquele dia. Uma nova inquietação apoderou-se de mim: Estudar ou vê-lo? A escolha foi óbvia. A matéria a que ia entregar a minha concentração já havia sido lecionada nos anos anteriores, iria só fazer uma simples revisão. Agora, o jogo… O jogo era novíssimo em folha! Naturalmente, tive que ir assisti-lo, de forma a fazer uma avaliação dos seus gráficos e história, para considerar se mereceria a pena também eu comprá-lo.
Quando a stream terminou, eram já dezanove horas e trinta minutos. O tempo voara! Ora bem, o que tinha a fazer a seguir? Ah! O passo a tomar era apenas um! Partir para o jantar!
Mais duas horas fugiram quando me sentei finalmente à secretária. Retirei, vagarosamente, o estojo, os cadernos e os manuais das disciplinas da mochila. Estendi-os à luz solar proveniente do candeeiro e lancei-lhes um olhar. Por onde começaria? Optei, primeiro, pelas tarefas de matemática. Pouco entendia, mas não havia mal! Tinha todas as condições para me concentrar, de maneira a interpretar e compreender. Só não fazia conta com uma coisa. O calor começou a embalar-me na cadeira. Bocejava… Bocejava… Bocejava… Cheguei à conclusão que não valia a pena. Não conseguiria estar em plenas capacidades, de modo que deveria ir para a cama.
Quando me aninhei na almofada, assombrou-me uma nova realização. Em mil quatrocentos e quarenta minutos, não fiz uma única coisa produtiva. Porém, consegui apaziguar-me. Um dia não é todos os dias. O grande problema é que os oitenta e seis mil e quatrocentos segundos que cada dia me oferece costumam ser sempre passados em vão.
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2020.11.12 11:30 otherwhatsapp Whatsapp plus Apk: Grátis para baixar e instalar

Whatsapp plus Apk: Grátis para baixar e instalar
Você está procurando um link para download, como instalar e como usar o aplicativo WhatsApp Plus em um telefone Android? Então você está no lugar certo para descobrir.
O que você precisa saber, esta única variante do Mod WhatsApp tem alguns recursos muito bons. Essa é a razão pela qual WA Plus ou WhatsApp + são bastante populares e têm tantos usuários.
No início de seu surgimento, o aplicativo WA + foi desenvolvido por um desenvolvedor chamado Official Plus. No entanto, em um ponto, eles decidiram pará-lo por algum motivo.
Por ser um aplicativo bem legal, existem outros desenvolvedores que querem continuar o desenvolvimento do WhatsApp Plus para se manterem atualizados. O desenvolvedor é alguém que também desenvolveu o aplicativo GBWhatsApp , ou, Sam Mods.
Com o desenvolvedor continuando, atualizações de recursos e correções de bugs ainda estão sendo realizadas para que os usuários não tenham que se preocupar com problemas ou serem detectados pelo WhatsApp, o que resulta em seu banimento.
Whatsapp Plus by OtherWhatsapp
Recursos do APK do WhatsApp Plus
O WhatsApp plus é altamente recomendado para aqueles que desejam experimentar o recurso de ocultar o status online, ocultando marcas azuis de outros recursos no WA +. Aqui estão alguns recursos excelentes do APK WA Plus que devem ser usados.
1. Anti Delete Message
Esse recurso é muito eficaz para visualizar bate-papos e mensagens do WhatsApp excluídos. Mesmo que seu contato o tenha excluído, você ainda pode vê-lo no aplicativo WA plus. Muito legal, certo?
2. Ocultar e digitar online
O WhatsApp basicamente exibirá o status na parte superior do perfil WA, se você está online, digitando e visto pela última vez. Mas tudo isso não se aplica ao usar WA Plus porque este aplicativo tem um recurso para ocultá-lo.
3. Ocultar Verificar WhatsApp
Quase todos os usuários do WA já devem saber verificar o WhatsApp, certo? Agora no WhatsApp plus, você pode ocultar que leu a mensagem (marca azul) e que o status da mensagem foi recebido (marque dois).
4. Assistindo a história sem ser pego
Cada vez que você vê uma história de status para seu amigo, ele receberá um relatório de que você viu a história. No entanto, com os recursos do WA Plus APK, você pode ver o status de qualquer pessoa sem se preocupar em conhecer o proprietário.
5. Pacote de adesivos
O bom do WhatsApp + APK é que esse aplicativo fornece vários pacotes de adesivos por padrão que podem ser usados ​​gratuitamente. Esses adesivos são muito legais e ótimos para usar ao responder a bate-papos do WhatsApp com amigos e familiares.
6. Escolha de temas
Vários tipos de temas e opções de cores estão disponíveis no aplicativo WhatsApp Plus. Você pode até criar seu próprio tema e carregá-lo no WhatsApp + para que todos possam usar.
7. Resposta automática à mensagem
Na verdade, o recurso de resposta automática de mensagem pode ser encontrado no aplicativo WhatsApp Business, enquanto o WA normal não tem esse recurso. No entanto, o último Whatsapp + APK tem um recurso de resposta automática de mensagem que pode ser usado para responder automaticamente a alguém que lhe enviou uma mensagem.
Essas são algumas análises sobre os recursos do APK do WhatsApp Plus que você pode usar. Mas, na verdade, existem muitos outros recursos fornecidos no aplicativo, você pode experimentá-lo em seu telefone Android.
Baixar APK do WhatsApp Plus

baixar whatsapp plus
Os usuários podem baixar o arquivo apk Whatsapp plus e instalar em seus telefones celulares.
Instruções para baixar e instalar aqui: Whatsapp Plus Apk
Como instalar o WhatsApp Plus

Instalar este aplicativo é basicamente o mesmo que instalar um aplicativo em um celular Android. No entanto, como o WA + APK não é da Playstore, você deve ativar a instalação de fontes desconhecidas nas configurações do Android.
Etapas para instalar o APK do WhatsApp Plus mais recente:
  1. Baixe o arquivo APK primeiro no link acima.
  2. Em seguida, entre no menu Android HP Settings.
  3. Vá para a opção de configuração de segurança.
  4. Em seguida, ative a opção de instalação de fontes desconhecidas.
  5. Agora instale o WA Plus APK que foi baixado.
  6. Feito.
Após a fase de instalação ser concluída, você pode abri-lo e fazer o login ou registrar sua conta do WhatsApp. Agora você pode usar todos os recursos disponíveis no aplicativo WhatsApp Plus.
Se você ativou anteriormente a opção de instalação de fontes desconhecidas em seu telefone Android, você pode executar a instalação imediatamente como de costume.
O desenvolvedor do WhatsApp + APK garante que o aplicativo possui um recurso anti-banido desde que o aplicativo seja sempre atualizado para a versão mais recente. Portanto, certifique-se de manter a atualização do WA + APK se a atualização da versão mais recente estiver disponível.
Você pode atualizar o WA Plus por meio do menu de configurações do aplicativo. Ou, para facilitar, você também pode baixar novamente o aplicativo WhatsApp Plus neste artigo.
Esta é uma revisão completa do WhatsApp Plus, juntamente com os recursos e como instalá-lo em um telefone Android. Esperançosamente, este artigo pode ajudar aqueles de vocês que estão procurando o link de download WA plus APK e como usá-lo.
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2020.11.12 04:41 futebolstats Com falha de Hugo, São Paulo vence Flamengo no Maracanã e sai na frente em duelo na Copa do Brasil

O São Paulo saiu na frente no confronto válido pelas quartas de final da Copa do Brasil, seguindo com vantagem no atual retrospecto contra os cariocas.

O JOGO

Na primeira etapa a equipe rubro-negra foi superior, apesar de obter menos posse de bola, os cariocas foram mais objetivos. Pressionado na saída de bola, o time do São Paulo não conseguiu se quer finalizar ao gol. Dispondo da fragilidade paulista, o Flamengo aproveitou-se dos erros de passe e do espaço oferecido pela defesa tricolor para atacar. Aos 25′, Gabriel Barbosa marcou, mas após revisão do VAR, foi sinalizado impedimento, antes mesmo, o camisa 9 rubro-negro havia finalizado para uma bela defesa de Volpi.
Segundo tempo iniciou agitado, logo no primeiro minuto, Gabriel Sara com maestria enfiou a bola entre a zaga, deixando Brenner cara a cara com Diego Alves, o garoto de Cotia deslocou o experiente goleiro abrindo o placar no Maracanã, logo em seguida aos 3′, após bom passe de Bruno Henrique, Gabigol empata para o time mandante. Aos 9 minutos, Diego Alves foi substituído por Hugo após sentir câimbras. A segunda etapa foi marcada pelos passes errados, que chamaram bastante atenção, principalmente do lado tricolor, em uma das oportunidades, Arrascaeta roubou a bola de Bruno Alves, Volpi estava fora do gol e o uruguaio finalizou para fora. Já no final do jogo, aos 42′, Léo Pereira toca para Hugo, o jovem goleiro tenta driblar Brenner, que rouba a bola e marca o segundo gol paulista, sacramentando o triunfo tricolor.
O Flamengo se comportou diferente das demais partidas, primeiro tempo foi dominante, impulsivo e objetivo, mas faltou o mais importante o gol. O São Paulo foi eficaz e preciso, nas oportunidades que surgiram se mostrou eficiente. O destaque principal fica para a falha individual de Hugo Souza, que culminou no segundo gol do São Paulo, consequentemente na derrota do Flamengo.
Com a vitória o São Paulo inicia na frente a briga pela vaga nas semifinais da copa e conserva sua invencibilidade diante do Flamengo, a última vitória carioca ocorreu na Ilha do Governador no Brasileirão de 2017, o fato curioso é que Rogério Ceni era o técnico do tricolor paulista.
O confronto de volta ocorre na próxima quarta (18), ás 21h30 no Morumbi.

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2020.11.11 11:48 Knoha_Knotoa Recebi por whatsapp ontem

Ontem recebi um texto revoltante, não sei se falta interpretação de texto nesse povo ou são todos assim mesmo, não se importam em se igualar a lixo.
"São gravíssimas as minhas deficiências: Eu nasci branca, e quem nasce branco já é considerado racista, mesmo não sendo.
Nasci: Em uma família trabalhadora, então eu sou burguesa.
Não voto para esquerda, o que me torna fascista.
Sou heterossexual, o que me torna uma homofóbica.
Valorizo ​​minha identidade e minha cultura, o que me torna uma xenófoba.
Acredito que o macho e a fêmea da espécie Homo Sapiens foram, na maioria das vezes, grandes parceiros e mutuamente responsáveis pelo sucesso da espécie, o que me torna misógina.
Eu gostaria de viver em segurança e ver criminosos na prisão, o que me torna uma torturadora.
Quero que respeitem minha maneira de pensar e minhas crenças e não me façam pensar que o anormal é normalmente relativo, o que me transforma em uma repressora.
Penso que os subsídios acabam com o esforço de trabalhar e minam a dignidade das pessoas, por isso sou insensível.
Acredito que cada um deve ser recompensado de acordo com sua produtividade, mérito e capacidade, o que me torna uma egoísta anti-social.
Eu fui educada com e em valores e princípios, o que me torna uma oponente do bem-estar social.
Acredito em Deus, logo, sou uma fundamentalista religiosa.
Creio que as vítimas dos estupradores, ladrões, traficantes, estelionatários deveriam ser indenizadas pelo Estado e os culpados presos, pagassem pela dívida, não tivessem auxílio para suas famílias, indulto para ir pra casa, habeas corpus, tornozeleiras, mas trabalhassem para pagar suas custódias, sua roupa, água, luz e comida. Então, sou considerada preconceituosa e contrária aos Direitos Humanos.
Esta é uma pequena e breve revisão da minha má reputação.
Mas, pelo menos, tenho certeza de que somos vários: eu e, se você também tem essa má reputação, compartilhe.
Agradeço a todos os meus amigos e conhecidos que ainda se atrevem a se relacionar comigo, apesar de todas essas minhas falhas."
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2020.11.10 16:14 OzkaaN Revisão do Covesting Copy Trading [2020]

Covesting é a versão mais recente do mundo do negócio de cópias e a única disponível para os traders e investidores de Criptomoedas a nível mundial.
Enquanto o copy trading tem vindo a representar uma grande parte dos mercados ativos tradicionais tal como os estoques globais e mercados de moeda estrangeira durante muitos anos, foi somente após 2017 que o copy trading ficou disponível na esfera da criptomoeda de qualquer forma significativa.
Esta revisão analisa detalhadamente o covesting, observando o seu lançamento e crescimento, a estrutura do covesting, onde está disponível e como começar.
Covesting Copy Trading: O que é?
Covesting é uma forma de copy trading criada em 2017 pela plataforma de negociação de cópia crypto líder mundial, Covesting.io.
O Covesting permite que diferentes grupos de utilizadores crypto se juntem e colaborem de uma forma em que todas as partes possam beneficiar significativamente ao fazê-lo.
O impacto da covesting no mercado de criptomoedas nos últimos anos tem vindo a ser uma das tendências de crescimento mais rápido em 2020.
Covesting Copy Trading: Lançamento e crescimento
O Covesting foi desenvolvido e lançado em 2017 quando o Covesting.io arrecadou mais de 18 milhões de dólares de financiamento naquele ano, sendo aquele um claro mandato dos utilizadores de criptomoeda para trazer o negócio de cópias para a esfera crypto pela primeira vez.
Nos últimos 3 anos, Covesting.io trabalhou incomensuravelmente para desenvolver o software e a infraestrutura que seriam necessários para desenvolver esta nova forma de negócio de cópias para o mercado de criptomoeda pela primeira vez.
Covesting tem crescido exponencialmente e talvez um dos principais desenvolvimentos nos últimos 3 anos foi a parceria entre Covesting.io e PrimeXBT para trazer o covesting para a antiga plataforma pela primeira vez.
Covesting Copy Trading: Estrutura
Covesting é baseado em 2 grupos de utilizadores, com “gestores de estratégicos” criando fundos de investimento P2P que são vinculados a estratégias específicas que estes implementam.
Outros utilizadores que investem nas estratégias, conhecidos como “seguidores”, comparam diferentes estratégias e selecionam em quais gostariam de investir.
O capital investido pelos seguidores é então usado para copiar as mesmas negociações que o gestor estratégico e, em troca de permitir que outros copiem as suas negociações, os gestores geram uma taxa de sucesso de 20% sobre todo o lucro que fazem para os seus seguidores.
Covesting Copy Trading: Onde está disponível em 2020?
• Covesting.io
Covesting.io foi lançado em 2017 como a primeira plataforma de negociação da cópia de criptomoeda do mundo e, desde então, acresceu rapidamente em popularidade e reputação.
A plataforma é um membro de longa data da organização de criptomoedas de maior prestígio do mundo, a Crypto Valley Association.
Covesting.io também está sediada numa das principais jurisdições de fintech do mundo, Gibraltar, e foi o primeiro projeto a ter uma licença do Registo distribuído (Distributed ledger) pelos reguladores de Gibraltar também.
• PrimeXBT
PrimeXBT é a plataforma de negociação de margem de múltiplos ativos líder mundial e tem crescido nos últimos anos para administrar 3,6 bilhões de dólares em comércio global todos os dias.
A plataforma é conhecida por implementar uma gama de inovação e ferramentas avançadas e funcionalidades, com a implementação do covesting ao ser simplesmente a mais recente numa longa linha de ferramentas de última geração que foram desenvolvidas e adicionadas ao PrimeXBT.
A plataforma oferece a tabela de taxas mais baixa de qualquer plataforma crypto importante e tem medidas de segurança avançadas de nível bancário que garantem que esta nunca foi hackeada e é reconhecida como uma das plataformas mais seguras no mercado crypto.
Covesting Copy Trading: Seguidores
Os seguidores do módulo Covesting do PrimeXBT têm muitos benefícios com isto, principalmente devido à capacidade de poder usar uma ampla gama de dados transparentes para identificar os traders de melhor desempenho no mercado crypto e fazer parceria com estes diretamente.
Os traders podem reduzir o risco ao colocar o seu capital nas mãos de traders experientes e veteranos que sabem como executar negociações com menos oportunidade de gerar perdas e mais oportunidade de gerar ganhos.
Tal permite também que os seguidores sejam capazes de adotar uma abordagem de mãos livres para negociar, e desta forma dependem do trabalho que o gestor de estratégico fará e tendo assim mais tempo para se concentrar noutras coisas.
Covesting Copy Trading: Gestores Estratégicos
Os gestores estratégicos podem usar o módulo Covesting no PrimeXBT para aumentar as suas as receitas ao usar o capital dos seus seguidores em negociações que estes já estão a executar com lucro de qualquer das formas.
Isto significa que, sem ser necessário contrair um empréstimo ou assumir qualquer risco adicional, os gestores estratégicos podem aceder a mais capital e colocá-lo em uso para aumentar a sua receita, em simultâneo, ajudam os seus seguidores a gerar mais lucro do que seriam capazes sozinhos.
Isto cria uma relação simbiótica mutuamente benéfica entre os gestores estratégicos e seguidores, onde ambas as partes terminam em posições melhores juntas do que se estivessem sozinhas.
Em Síntese
O módulo Covesting do PrimeXBT é desenvolvido com o objetivo de ajudar na colaboração entre os gestores estratégicos e os seguidores de uma forma que todas as partes possam beneficiar com isso.
Já existiu um enorme entusiasmo e interesse no covesting, sendo uma das tendências definidoras do mercado da criptomoeda em 2020.
Para aprender mais acerca do covesting copy trading e como se envolver com o covesting no PrimeXBT, veja este link.
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2020.11.10 03:07 brpjtf2 Hoje não me senti deprimido! Carai!

Esse ano quase surtei dando aula em EAD, fiz terapia finalmente, lutei contra pensamentos suicidas, larguei a terapeuta ruim, terminei namoro de 5 anos com a minha primeira paixão, voltei pra casa da minha mãe com 6 peças de roupa e minha moto, me senti sozinho quase o ano todo (exceto por uma ex-ex que ainda converso muito e isso por si só já é mal sinal)
Mas hoje foi um bom dia como nem me lembro outro.
Fui dormir umas 23h e acordei umas 3h da madrugada, fiquei acordado até às 5h, fui ver o nascer do sol tocando violão, sai de manhãzinha pra ir comprar pão, gravei o primeiro diário no gravador do celular (gostei da minha voz demais depois), criei no total 10 páginas de exercícios do mês pros meus alunos sem Net (nada pesado nem chato d+, prometo!), dormi um sono bom do [email protected], passei minha camisa favorita que tava largada, malhei peito, braço, pernas, lavei roupa, tomei banho, ajudei minha ex-ex com um trampo lascado de revisão em cima da hora.
Tô cansado, minha visão até deu uma balançada aqui do nada. Mas cara, agora vi que hoje foi um dia sem "apatia", um dia que senti que eu tava afim de fazer as coisas, só não fiz mais porque tava pra chover. Pensei agora que foi um dia que eu tava vivo e não igual a um zumbi só vivendo anos a fim por viver e me arrastando pelas tarefas e pelo dia, fazendo exercícios porque devo.... Hoje fiz porque gosto!
Toma essa, depressão pnc!
Só espero que amanhã não seja uma queda... É isso. Amo vcs, seus desconhecidos da internet!
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2020.11.09 03:04 williambotter Biden começa transição com foco na Covid e em revisão de atos de Trump

Biden começa transição com foco na Covid e em revisão de atos de Trump submitted by williambotter to brasilnoticias [link] [comments]


2020.11.07 14:44 LuminousCasket Perdi Todos os Dados do Computador depois de o levar à Rádio Popular

Preciso urgentemente de ajuda
Comprei um computador novo na Rádio Popular em Setembro de 2019. No dia 27 de Outubro deste ano o pc deixou de funcionar. Não se partiu, não se molhou, apenas deixou de ligar por completo.
Levei o pc à loja da Rádio Popular e disseram-me que tinha de ser enviado para compor. Fui buscá-lo hoje de novo à loja e informaram-me que o teclado teve de ser substituído para resolver o problema. Para além disso o sistema operativo foi actualizado e, como consequência, TUDO O QUE EU TINHA NO COMPUTADOR FOI APAGADO.
O pc era novo, eu não tenho cópias da grande maioria dos meus dados. Eu tinha 1 ano de trabalho naquele pc, incluindo meses de pesquisa para um artigo de revisão cientifica que tem de ser entregue até dia 20 deste mês. Já para não falar em projectos pessoais como textos e imagens em illustrator.
Eu percebo muito pouco de computadores, o pc que tinha anteriormente era uma máquina antiga e maltratada que tinha sido da minha mãe e que mal conseguis correr um ficheiro word sem sobreaquecer. Mas, antes de o pc ter sido enviado eu liguei para o Seguro do pc, para o apoio ao cliente da RádioPopular e falei com o funcionário da própria loja sobre o processo de mandar o pc para reparar. A momento algum me foi dada a informação que poderiam apagar os meus dados sem aviso prévio.
Hoje quando falei com o outro funcionário que estava ao balcão da loja disse-me que não havia possibilidade de recuperar os dados apagados, e que eu deveria ter feito backup antes de entregar o pc. Liguei novamente para o apoio ao cliente da RádioPopular e disseram-me a mesma coisa.
Eu tenho dois discos externos nos quais guardo ficheiros de quando em quando. Mas tenho demasiados dados (ficheiros de bioinformática, fotos de microscopia, fotos e videos de microscopia confocal, etc.) para conseguir guardar tudo. Além disso o pc estava morto. EU NÃO CONSEGUIA LIGÁ-LO. Como é que poderia ter feito uma cópia dos meus ficheiros de um computador que eu não conseguia sequer ligar?
Quando falei com o apoio ao cliente hoje disseram-me que eu podia ter pedido para me guardarem os dados, mas ninguém me informou sequer dessa possibilidade. Nem durante o primeiro telefonema, nem das 2 vezes que fui à loja.
O funcionário com que falei hoje deu-me o nº de telefone do sitio onde foi feita a reparação, mas só atendem telefonemas na próxima segunda-feira.
Eu estou completamente lixada. Simplesmente NÃO POSSO ficar sem aqueles dados.
Existe algum possibilidade de recuperar os dados?
Eles podem mesmo apagar tudo sem o meu conhecimento ou consentimento?

Alguém tem alguma experiência com este tipo de situações?
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TLDR; O meu pc morreu, levei-o à loja para compor e apagaram-me ficheiros importantes e insubstituíveis sem me informar.

Update: Estive à procura nos meus discos externos e pens para ver se tinha guardado alguma coisa do artigo de revisão e não encontrei nada. Mas tinha-me esquecido completemente que quando partilhei os ficheiros com um colega (co-autor) os tinha posto no google drive. Nunca mais tinha pensado sobre isso, pensei que ainda estava tudo no computador. Está lá a versão mais recente, os ficheiros .ai das imagens, as referências e doi dos artigos https://imgur.com/a/w6ELswf. Afinal isto não perdi.
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